#O CADERNO DE Francisco González-Pulido

Francisco González-Pulido - JAHN - Chicago, USA

Estadio Diablos, Veer Towers, Leatop Plaza, Shanghai International Financial Center, Japan Post, Qiantan 14, Naicm, Greenhouse…

1 – Quem é Francisco Gonzalez-Pulido?

Sou idealista, realista e apaixonado pela música e pelo surrealismo.

2 – Quando descobriu que queria ser arquiteto?

Foi aos 17 anos. Tratou-se de uma decisão muito pragmática, baseada no meu interesse na ciência e na arte.

3 – Uma referência na arquitetura…

O Museu Nacional de História da Bulgária, em Sófia. É um imponente edifício comunista onde me casei com a minha esposa Gergana.

4 – Se não fosse arquiteto, ter-se-ia dedicado a…?

Realizador de cinema ou diretor de orquestra.

5 – Um defeito e uma virtude.

Defeito: impaciência.
Virtude: determinação.

6 – Como é a sua casa?

Despida de mobiliário mas eclética, plena de luz natural. Nos meses bons, é como uma casa de verão. A minha esposa evita sabiamente que eu a converta na minha fantasia absoluta: paredes brancas e pretas repletas de taxidermia, móveis com rodas (sem exceção) e guitarras elétricas e amplificadores por todo o lado.

7 – O domingo é o dia para…

Fazer jogging com a minha esposa, divertir-me com carros de brinquedo e tocar bateria com o meu filho, tocar guitarra e, à noite, isolar-me e pensar no que tenho pela frente.

8 – Um lugar onde procure inspiração.

Correr nos bairros industriais de Chicago.

9 – Qual foi o último livro que leu?

A biografia de David Bowie.

10 – Daqui a 15 anos…

Queria ter construído um museu de instrumentos musicais para albergar a minha própria coleção.

11 – Quando pensa em arquitetura, o que lhe vem à cabeça?

Uma experiência cinematográfica.

12 – Lápis ou computador?

Ambos.

13 – Como definiria o seu trabalho?

Racional e tecnológico, bem como experimental e expressivo.

14 – Um projeto que gostaria de fazer.

Uma plataforma petrolífera no meio do oceano.

15 – A sua opinião da arquitetura espanhola.

Grandes obras arquitetónicas em quase todos os períodos importantes da sua história. Estou especialmente interessado na direção tomada pelos arquitetos espanhóis jovens da atualidade.

16 – Como manter um estilo próprio, satisfazendo as necessidades dos clientes?

Não acredito nos estilos; creio que cada cliente merece algo especial e o melhor de mim. Desfruto do processo tanto como do resultado final.

17 – Em arquitetura, do que gosta mais e o que lhe custa mais?

Gosto mais dos conceitos e custa-me mais aceitar uma discussão perdida sobre um desenho, ou qualquer discussão em geral.

18 – A sua receita para o êxito.

Aproveitar cada um dos passos do processo, materializar o que tenho em mente e encontrar um sentido para cada batalha para atingir o objetivo.

19 – Que papel desempenham os produtos naturais nos seus projetos?

Um papel muito importante. Desde os meus tempos de estudante que odeio a decoração. Pensei sempre que os materiais de construção essenciais deveriam ser também os acabamentos finais. Na natureza, as coisas são o que são e é por isso que são bonitas.

20 – O seu produto-estrela da L’Antic Colonial é…

Os seus processos para alterar as propriedades dos materiais para melhorar o desempenho. Para mim, a L’Antic Colonial é uma fábrica de alta tecnologia de elementos naturais.

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