#O CADERNO DE Jaime Sanahuja

Jaime Sanahuja - Sanahuja&Partners - Valencia | Castellón | Ibiza

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1 – Quem é Jaime Sanahuja?

Dirijo o atelier de arquitetura Sanahuja&Partners. A minha profissão e paixão é a arquitetura e gosto de explorar até ao limite todas as opções e todas as possibilidades geradas por um projeto.

2 – Quando descobriu que queria ser arquiteto?

Desde muito pequeno que gostava de brincar com madeiras e jogos de construção (ainda não existia o LEGO) e quando me perguntavam o que queria ser quando fosse grande, em vez de bombeiro ou astronauta, respondia: arquiteto.

3 – Uma referência na arquitetura…

Carlos Ferrater, arquiteto magnífico e grande amigo.

4 – Se não fosse arquiteto, ter-se-ia dedicado a…?

Não gosto de me imaginar a desenvolver outra atividade. Nunca planeei uma opção diferente na minha vida.

5 – Um defeito e uma virtude.

O meu defeito é a dispersão: gosto de conduzir muitas iniciativas e projetos ao mesmo tempo. E creio que as minhas melhores virtudes são a tenacidade e o otimismo.

6 – Como é a sua casa?

Possuo vários espaços para viver, não concentrados exclusivamente numa só casa: uma moradia na cidade de Castellón num edifício desenhado por mim, uma casa de aldeia reabilitada na comarca de Maestrazgo e um pequeno loft no interior do atelier de Valência.

7 – O domingo é o dia para…

Dormir sem despertador, pensar, ler, descontrair…

8 – Um lugar onde procure inspiração.

Todos os espaços onde trabalhamos são adequados, mas não há dúvida que onde melhor me sinto para desenhar e projetar é o atelier em águas-furtadas na casa de Maestrazgo.

9 – Qual foi o último livro que leu?

E2, de Pam Grout, que explora a criação de campos de energia e potencialidades a partir dos pensamentos e das emoções.

10 – Daqui a 15 anos…

Gostaria de continuar à frente da minha formidável equipa profissional e poder continuar a desenhar espaços como este para a L’Antic Colonial.

11 – Quando pensa em arquitetura, o que lhe vem à cabeça?

As pessoas, as instituições, os clientes (que frequentemente se transformam em excelentes amizades) que, com os seus sonhos e os seus projetos, tornam possível a arquitetura.

12 – Lápis ou computador?

Lápis, lápis de cor, marcadores, tudo o que esteja à mão para desenhar.

13 – Como definiria o seu trabalho?

Arquitetura baseada na cultura mediterrânica, atenta à otimização das condições do programa, à luz, à envolvente e ao orçamento do cliente, para poder superar as suas expetativas.

14 – Um projeto que gostaria de fazer.

Um arranha-céus, um edifício com mais de 100 metros de altura pelo menos.

15 – A sua opinião da arquitetura espanhola.

O panorama espanhol é excelente: grandes referências e uma enorme sensibilidade para projetar soluções arquitetónicas inovadoras e de grande qualidade.

16 – Como manter um estilo próprio, satisfazendo as necessidades dos seus clientes?

Mais do que “estilo próprio”, gostaria de referir metodologia de trabalho própria. De facto, muitos projetos chegam-nos às mãos pela nossa forma de trabalho em equipa, em rede, e utilizando ao máximo as novas tecnologias e programas de desenho e execução de projetos.

17 – Em arquitetura, do que gosta mais e o que lhe custa mais?

O que me dá mais prazer, e portanto, o que gosto mais é a intervenção em espaços já construídos, em edifícios históricos, para a sua reabilitação e revalorização. O que mais me custa é dar por acabado um projeto. Acho sempre que o poderia melhorar mais. Sou bastante perfeccionista.

18 – A sua receita para o êxito.

Otimismo, perseverança e enfoque.

19 – Que papel desempenham os produtos naturais nos seus projetos?

Gostamos de projetar espaços acolhedores e luminosos, os que dão prazer em estar e onde se disfruta da experiência de os viver. Para o efeito, costumamos escolher produtos naturais como a madeira e a pedra.  São os nossos produtos preferidos, pelas sensações que produzem.

20 – O seu produto-estrela da L’Antic Colonial é…

Damos extremo valor a todo o trabalho de investigação e procura de materiais naturais, realizado pela L’Antic Colonial, principalmente a partir da madeira e da pedra.

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